Sergio e Rosangela (Foto: reprodução/redes sociais).

Sergio Moro, representado por sua consorte, a advogada Rosangela Wolff Moro, ingressou no Supremo Tribunal Federal com uma reclamação segundo a qual Ricardo Lewandowski teria usurpado competência do ministro Aha! Uhu! O Fachin é Nosso ao liberar as mensagens da operação spoofing para a defesa de Lula.

Fachin é o relator da Lava Jato no Supremo e Sergio Moro é aquele juiz que no dia 7 de dezembro de 2015 passou secretamente à acusação de Lula, a Deltan Dallagnol, contato de “pessoa estaria disposta a prestar a informação” contra um dos filhos do ex-presidente, conforme consta nos arquivos da Spoofing que Lewandowski mandou abrir.

Na reclamação protocolada no STF, Sergio e Rosangela estrebucham que nada disso pode ser levado em conta porque (risos) as provas teriam sido obtidas de maneira ilícita, “de forma incompatível com os limites ético-jurídicos que restringem a atuação do Estado em sede de persecução penal”.

Sobre limites ético-jurídicos, ou sobre a falta deles, Come Ananás mostrou nesta quarta-feira, 3, de resto, que Moro agora dá palestra no banco que toca a privatização do sistema Petrobras, depois de a Lava Jato ter feito a terraplanagem para o desmonte da estatal.

E haverá pessoas de boa fé, educadas no Evangelho de São Marcos, que aos conges vão dar razão, porque podemos ser eternamente esquartejados, membro por membro, mas nunca nos rebaixaremos a eles.

Participe da conversa

1 Comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *